segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Sintomas de doença do Coração

Resultado de imagem para as doenças cardíacas

Os indivíduos com maior propensão para desenvolverem as doenças do coração são: os sedentários, os obesos, os indivíduos com colesterol alto, os diabéticos e os com histórico de doença cardíaca na família. Estes devem ter uma atenção especial à sua saúde, evitando o sobrepeso e a má alimentação, que são fatores de risco para o desenvolvimento das doenças cardíacas.
A maioria das doenças cardíacas não surge de repente, como o coração grande, que se desenvolve ao longo do tempo. Elas vão se desenvolvendo ao longo dos anos, muitas vezes sem apresentar nenhum sintoma. Algumas, só são descobertas quando o indivíduo submete-se a exames, como um simples eletrocardiograma (ECG) ou um teste de esforço, por exemplo.

sábado, 21 de maio de 2016

As 4 doenças cardiovasculares que mais matam

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 Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as doenças cardiovasculares são as principais causas mundiais de morte. No Brasil, 300 mil pessoas morrem anualmente, ou seja, um óbito a cada dois minutos é causado por esse tipo de enfermidade.
Embora fatores não modificáveis, como predisposição genética, contribuam para a ocorrência de tais doenças, para o cardiologista Leonardo Spencer, do Hospital do Coração do Brasil, em Brasília, essas estatísticas podem ser explicadas principalmente pelos maus hábitos de vida da população. “Alimentação não balanceada, rica em gordura saturada, aliada ao sedentarismo, ao sobrepeso, à hipertensão, ao diabetes e ao tabagismo, por exemplo, aumenta consideravelmente o risco de o indivíduo ter um problema cardíaco no futuro”.
Várias enfermidades estão no guarda-chuva das doenças cardiovasculares. O dr. Leonardo Spencer enumera as 4 que mais levam a óbito no Brasil.
1. Infarto agudo do miocárdio 
O infarto agudo do miocárdio é provocado pela falta de sangue e oxigênio no músculo cardíaco, devido à obstrução da artéria coronária, levando ao quadro de dor no peito, sudorese, falta de ar e mal estar. Ao sinal dos primeiros sintomas, a busca por ajuda é crucial, pois a cada minuto que passa o risco de óbito aumenta em 10%.
 2. Doença vascular periférica
Decorre do depósito de gordura com obstrução das artérias periféricas do corpo. Nos membros inferiores, por exemplo, ocorre redução do fluxo de sangue para as pernas, com queixas de dor e de dificuldade para caminhar associadas à queda da temperatura local com dormência.
3. Acidente vascular cerebral
As placas de gordura depositadas nos vasos sanguíneos cerebrais podem obstruir um vaso cerebral intracraniano, levando ao quadro de dor de cabeça, tontura e paralisia de um braço, perna e face. Dependo da extensão da lesão, pode comprometer a fala e os processos neurológicos. O socorro imediato pode diminuir as sequelas e a chance de óbito.
4. Morte Súbita
Compreende o quadro de óbito de forma súbita, ou seja, quando não há chance de socorro, sendo causado, principalmente, pelo infarto agudo do miocárdio.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Doenças cardiovasculares: como reverter esse quadro?

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Existem vários fatores que predispõem uma pessoa a um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares. As doenças cardiovasculares, que afetam coração e vasos sanguíneos, constituem uma das principais causas de morte em nosso país, por isso, se faz necessário que a veiculação de informações sobre essas doenças seja mais eficaz e constante. 971766_658436197515122_1827702140_n

Esse conjunto de doenças são frequentemente súbitas e inesperadas, a partir disso o conhecimento dos fatores de risco se torna um importante aliado na redução de complicações fatais e não fatais advindos dessas doenças.

A idade e o histórico familiar encontram-se entre as condições que aumento o risco de uma pessoa vir a desenvolver ma doença cardiovascular. Contudo, existem outros fatores que variam desde genéticos ao estilo de vida adotado atualmente.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Como posso prevenir uma doença cardiovascular?

 A doença cardiovascular é muito grave e remete o portador a cuidados especiais. Por se tratar de uma patologia de campo amplo que envolve artérias, veia e vasos sanguíneos o seu leque de doenças passa pelo ataque cardíaco, angina, aneurisma da aorta, arritmia, insuficiência cardíaca, doença cardíaca reumática sendo cada qual, tratada de maneira específica ao seu fator de risco.
O bem estar social é uma das características principais para minar os sintomas dia após dia, meses após e meses. As dosagens de medicamentos devem estar associadas às técnicas que cuidem da mente junto à alimentação balanceada e atividades físicas diárias, para que seu efeito seja potencializado.
 
É necessário que o cardíaco entenda que é preciso domar a hiperatividade, pontuando os seus principais afazeres diários de maneira que não haja tanta correria e preocupação com os conflitos a serem resolvidos. A junção corpo e mente monitorada por especialistas da área cínica, devolvem aos portadores de doenças cardíacas uma maior sobrevida com o direito de viver bem por um longo período de tempo.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares são todas as doenças do coração e sistema sanguíneo (artérias, veias e vasos capilares). Geralmente, são provocadas pela acumulação, durante anos, de gordura na parede dos vasos sanguíneos.

Factores de risco

- Idade

- Antecedentes familiares

- Vida sedentária

- Ingestão de alimentos ricos em gordura e sal

- Tabaco e excesso de bebidas alcoólicas

- Hipertensão arterial

- Diabetes

- Obesidade

- Stress

Prevenção

A prevenção é o melhor tratamento de qualquer doença.

- Alimentação equilibrada com abuso de legumes, vegetais, fruta e cereais

- Exercício físico moderado e com regularidade

- Não fumar

- Controle regular da tensão arterial, açúcar e gordura no sangue

- A partir dos 40 anos deve haver realização de exames periódicos de saúde.

As pessoas com antecedentes familiares devem começar mais cedo.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Como posso prevenir uma doença cardiovascular?

 
A doença cardiovascular é muito grave e remete o portador a cuidados especiais. Por se tratar de uma patologia de campo amplo que envolve artérias, veia e vasos sanguíneos o seu leque de doenças passa pelo ataque cardíaco, angina, aneurisma da aorta, arritmia, insuficiência cardíaca, doença cardíaca reumática sendo cada qual, tratada de maneira específica ao seu fator de risco.
O bem estar social é uma das características principais para minar os sintomas dia após dia, meses após e meses. As dosagens de medicamentos devem estar associadas às técnicas que cuidem da mente junto à alimentação balanceada e atividades físicas diárias, para que seu efeito seja potencializado.
É necessário que o cardíaco entenda que é preciso domar a hiperatividade, pontuando os seus principais afazeres diários de maneira que não haja tanta correria e preocupação com os conflitos a serem resolvidos. A junção corpo e mente monitorada por especialistas da área cínica, devolvem aos portadores de doenças cardíacas uma maior sobrevida com o direito de viver bem por um longo período de tempo.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Epidemia de obesidade pode criar ‘tsunami’ de doença cardíaca



Mais de meio bilhão de pessoas, ou 10 por cento da população adulta mundial, são obesas, disseram pesquisadores na quinta-feira. O número de obesos dobrou em relação a 1980, e cada vez mais atinge países pobres.

E, embora as nações desenvolvidas tenham feito grandes progressos no combate ao colesterol e à hipertensão, a número global de hipertensos saltou de 600 milhões em 1980 para quase 1 bilhão em 2008, por causa do envelhecimento e crescimento da população.

‘O sobrepeso e a obesidade, a hipertensão e o colesterol alto não são mais problemas ocidentais ou problemas de nações ricas’, disse Majid Ezzati, do Imperial College London e da Universidade Harvard, que comandou os estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicados na revista Lancet.

A pesquisa mostra que na América do Norte, por exemplo, houve uma grande melhora no controle da hipertensão masculina, enquanto Austrália, Nova Zelândia e Nova Guiné tiveram avanços no combate à pressão alta entre mulheres.